Centro (PT), Portugal
Fogos em Centro (PT)
Há fogo em Centro (PT) hoje? Deteções de satélite das últimas 24 horas, mais cinco anos de arquivo NASA FIRMS: 22 153 deteções, época, pior ano e os maiores incêndios registados.
Fogos ativos em Centro (PT)
A ler a última passagem de satélite…
Janela: últimas 24 horas, NASA FIRMS
Ver no mapaCinco anos de arquivo
de 2020 a 2026 · até 2026-07-31
Os anos até 2024 vêm dos arquivos anuais definitivos da NASA. O que se segue, até 2026-07-31, vem da sua interface em tempo quase real: 2026 é portanto um ano parcial, e as suas semanas mais recentes ainda não receberam a classificação que exclui vulcões, tochas e fontes industriais. Um fogo muito recente conta aqui, com um pouco mais de ruído à volta.
- Deteções de satélite
- 22 153
- Fogos distintos
- 909
- Mês mais intenso
- agosto
- Pior ano
- 2025
- Sinal mais potente
- 5185 MW
- Vistas de noite
- 56,1 %
- Deteções por 1 000 km²
- 953,6
Deteções por ano
| Ano | Deteções |
|---|---|
| 2020 | 1764 |
| 2021 | 421 |
| 2022 | 2084 |
| 2023 | 795 |
| 2024 | 6346 |
| 2025 | 9070 |
| 2026 | 1673 |
A época
Percentagem de deteções por mês, ao longo dos cinco anos reunidos.
| Mês | Deteções |
|---|---|
| jan. | 214 |
| fev. | 170 |
| mar. | 369 |
| abr. | 127 |
| mai. | 77 |
| jun. | 52 |
| jul. | 2950 |
| ago. | 10 632 |
| set. | 7176 |
| out. | 223 |
| nov. | 129 |
| dez. | 34 |
Os maiores incêndios registados
Os maiores incêndios registados aqui em cinco anos: quando cada um foi visto de órbita, e onde.
5322 deteções · 55,7 km de extensão · 2868 MW
2546 deteções · 37,6 km de extensão · 5185 MW
1757 deteções · 30,3 km de extensão · 4648 MW
1656 deteções · 54,9 km de extensão · 5078 MW
1649 deteções · 57,1 km de extensão · 1649 MW
Uma primeira deteção não é um início de incêndio. Um satélite polar passa apenas algumas vezes por dia, pelo que o fogo é visto na passagem seguinte — por vezes horas depois de ter começado, num píxel de cerca de 375 m de lado. O ponto indicado é onde foi visto pela primeira vez, não onde começou. A extensão é a distância em linha reta entre deteções: um mínimo do que o fogo percorreu, nunca uma área ardida. O município indicado é o mais próximo do centro das deteções.
Sub-regiões
| Zona | Deteções |
|---|---|
| Beiras e Serra da Estrela | 8077 |
| Viseu Dão Lafões | 6143 |
| Região de Aveiro | 2750 |
| Região de Coimbra | 2588 |
| Beira Baixa | 1980 |
| Região de Leiria | 615 |
Noutros pontos de Portugal
| Zona | Deteções |
|---|---|
| Norte | 25 567 |
| Alentejo | 2712 |
| Algarve | 1409 |
| Oeste e Vale do Tejo | 1028 |
| Região Autónoma da Madeira | 833 |
| Península de Setúbal | 259 |
| Grande Lisboa | 207 |
| Região Autónoma dos Açores | 74 |
As perguntas que nos fazem
- Há fogos ativos em Centro (PT) neste momento?
- O bloco «Neste momento» no topo desta página conta as deteções de satélite ocorridas em Centro (PT) nas últimas 24 horas e indica a hora da mais recente. Atualiza-se cerca de dez em dez minutos, ao ritmo a que a NASA volta a publicar os ficheiros. Zero deteções significa que nada foi visto, não que nada arde.
- Como se sabe que há fogo num determinado sítio?
- Não se sabe: deduz-se. Satélites em órbita polar medem a radiação infravermelha do solo e assinalam cada píxel anormalmente quente. Um píxel VIIRS tem cerca de 375 metros de lado, um píxel MODIS um quilómetro. Uma deteção diz, portanto, «algo muito quente neste quadrado, neste minuto» — e não «começou aqui um incêndio florestal».
- Qual é a época de fogos em Centro (PT)?
- Ao longo dos cinco anos de arquivo, o mês mais intenso em Centro (PT) é agosto. A curva «A época» abaixo dá a distribuição completa. Atenção: um pico no inverno ou na primavera assinala normalmente queimadas agrícolas ou pastoris, não incêndios florestais.
- Qual foi o pior ano em Centro (PT)?
- 2025, com mais deteções de satélite do que qualquer outro ano do arquivo. É uma classificação por número de píxeis quentes vistos, não por área ardida nem por prejuízos: um ano nublado pode ficar subestimado e um único grande incêndio bem observado pesa muito.
- É possível ver os aviões e helicópteros de combate a incêndios?
- Sim, quando transmitem em ADS-B e um recetor os ouve. O mapa desenha as suas trajetórias e o catálogo lista as aeronaves verificadas país a país. Um rasto ausente não prova nada: cobertura rádio, transponder desligado, aeronave fora do catálogo — três razões banais para não ver um avião que está a voar.
- Este mapa pode substituir um alerta oficial?
- Não. O Fire Maps mostra observações e modelos, com a respetiva data e limitações; não substitui as autoridades, os alertas oficiais nem o comando das operações. Em caso de perigo imediato, ligue para os serviços de emergência e siga as instruções oficiais.
Como ler esta página
Uma deteção não é um incêndio. É um píxel que o satélite viu a irradiar como fogo. Um mesmo incêndio acende vários píxeis e volta em cada passagem: a unidade contada aqui é a prova de calor, não o sinistro. Por isso a página dá também um número de fogos distintos, obtido encadeando deteções próximas no espaço e no tempo.
O arquivo tem falhas, e não são aleatórias. Um satélite polar passa algumas vezes por dia; sob as nuvens não vê nada; um fogo mais pequeno do que o píxel pode passar despercebido; um fogo a arder sob o coberto irradia pouco. Uma zona sem deteções é uma zona onde nada foi visto — o que não é o mesmo que uma zona onde nada ardeu.
Foram aplicados dois filtros, e é isto que retiraram. Primeiro, a própria classificação da NASA: 1314 linhas assinaladas como vulcão, fonte fixa no solo ou queima ao largo foram descartadas. Depois, a persistência: 26 células de cerca de 500 metros acesas em seis meses diferentes ao longo de pelo menos três anos distintos comportam-se como uma instalação industrial e não como uma época; as suas 380 deteções foram removidas.
Nem tudo o que arde é um incêndio florestal. A queima de restolho, o fogo pastoril e a eliminação de resíduos agrícolas produzem deteções perfeitamente reais, muitas vezes fora da época estival. Um pico em fevereiro ou março nesta página é quase sempre isso.
Os contornos administrativos estão generalizados a algumas centenas de metros. Uma deteção que caia mesmo no limite pode, por isso, ser contada do lado vizinho. Para uma contagem de píxeis quentes a diferença é irrelevante; para uma questão de jurisdição, recorra à fonte oficial.
Fontes dos dados
Arquivo construído a 31 de julho de 2026, abrangendo de 2020 a 2026.