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Centro (PT)

Região de Coimbra, Portugal

Fogos em Região de Coimbra.

Há fogo em Região de Coimbra hoje? Deteções de satélite das últimas 24 horas, mais cinco anos de arquivo NASA FIRMS: 2588 deteções, época, pior ano e os maiores incêndios registados.

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Fogos ativos em Região de Coimbra

A ler a última passagem de satélite…

Janela: últimas 24 horas, NASA FIRMS

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Cinco anos de arquivo

de 2020 a 2026 · até 2026-07-31

Os anos até 2024 vêm dos arquivos anuais definitivos da NASA. O que se segue, até 2026-07-31, vem da sua interface em tempo quase real: 2026 é portanto um ano parcial, e as suas semanas mais recentes ainda não receberam a classificação que exclui vulcões, tochas e fontes industriais. Um fogo muito recente conta aqui, com um pouco mais de ruído à volta.

Deteções de satélite
2588
Fogos distintos
153
Mês mais intenso
agosto
Pior ano
2025
Sinal mais potente
2139 MW
Vistas de noite
37,1 %
Deteções por 1 000 km²
598,9

Deteções por ano

Deteções por ano
AnoDeteções
202056
202122
202271
202355
2024180
20252154
202650

A época

Percentagem de deteções por mês, ao longo dos cinco anos reunidos.

A época
MêsDeteções
jan.17
fev.18
mar.53
abr.32
mai.17
jun.4
jul.51
ago.2139
set.193
out.53
nov.11
dez.0

Os maiores incêndios registados

Os maiores incêndios registados aqui em cinco anos: quando cada um foi visto de órbita, e onde.

  1. de 11/08/2025 a 20/08/2025

    perto de Piodao, a 2,9 km

    Primeira deteção a 40,206, -7,852

    Abrir o mapa aqui

    1662 deteções · 34,6 km de extensão · 2139 MW

  2. de 14/08/2025 a 18/08/2025

    perto de Lousa e Vilarinho, a 3,3 km

    Primeira deteção a 40,107, -8,191

    Abrir o mapa aqui

    454 deteções · 14,6 km de extensão · 1662 MW

  3. de 14/09/2024 a 18/09/2024

    perto de Oliveira do Conde, a 3,1 km

    Primeira deteção a 40,421, -7,938

    Abrir o mapa aqui

    114 deteções · 21,7 km de extensão · 517 MW

  4. de 17/09/2024 a 17/09/2024

    perto de Coja e Barril de Alva, a 1,5 km

    Primeira deteção a 40,251, -7,995

    Abrir o mapa aqui

    28 deteções · 3,8 km de extensão · 634 MW

  5. de 27/03/2026 a 30/03/2026

    perto de Fajao-Vidual, a 2,8 km

    Primeira deteção a 40,131, -7,899

    Abrir o mapa aqui

    15 deteções · 6,7 km de extensão · 42 MW

Uma primeira deteção não é um início de incêndio. Um satélite polar passa apenas algumas vezes por dia, pelo que o fogo é visto na passagem seguinte — por vezes horas depois de ter começado, num píxel de cerca de 375 m de lado. O ponto indicado é onde foi visto pela primeira vez, não onde começou. A extensão é a distância em linha reta entre deteções: um mínimo do que o fogo percorreu, nunca uma área ardida. O município indicado é o mais próximo do centro das deteções.

Noutros pontos de Centro (PT)

ZonaDeteçõesFogosÉpoca
Beiras e Serra da Estrela8077289agosto
Viseu Dão Lafões6143197setembro
Região de Aveiro275091setembro
Beira Baixa1980117agosto
Região de Leiria61587julho

As perguntas que nos fazem

Há fogos ativos em Região de Coimbra neste momento?
O bloco «Neste momento» no topo desta página conta as deteções de satélite ocorridas em Região de Coimbra nas últimas 24 horas e indica a hora da mais recente. Atualiza-se cerca de dez em dez minutos, ao ritmo a que a NASA volta a publicar os ficheiros. Zero deteções significa que nada foi visto, não que nada arde.
Como se sabe que há fogo num determinado sítio?
Não se sabe: deduz-se. Satélites em órbita polar medem a radiação infravermelha do solo e assinalam cada píxel anormalmente quente. Um píxel VIIRS tem cerca de 375 metros de lado, um píxel MODIS um quilómetro. Uma deteção diz, portanto, «algo muito quente neste quadrado, neste minuto» — e não «começou aqui um incêndio florestal».
Qual é a época de fogos em Região de Coimbra?
Ao longo dos cinco anos de arquivo, o mês mais intenso em Região de Coimbra é agosto. A curva «A época» abaixo dá a distribuição completa. Atenção: um pico no inverno ou na primavera assinala normalmente queimadas agrícolas ou pastoris, não incêndios florestais.
Qual foi o pior ano em Região de Coimbra?
2025, com mais deteções de satélite do que qualquer outro ano do arquivo. É uma classificação por número de píxeis quentes vistos, não por área ardida nem por prejuízos: um ano nublado pode ficar subestimado e um único grande incêndio bem observado pesa muito.
É possível ver os aviões e helicópteros de combate a incêndios?
Sim, quando transmitem em ADS-B e um recetor os ouve. O mapa desenha as suas trajetórias e o catálogo lista as aeronaves verificadas país a país. Um rasto ausente não prova nada: cobertura rádio, transponder desligado, aeronave fora do catálogo — três razões banais para não ver um avião que está a voar.
Este mapa pode substituir um alerta oficial?
Não. O Fire Maps mostra observações e modelos, com a respetiva data e limitações; não substitui as autoridades, os alertas oficiais nem o comando das operações. Em caso de perigo imediato, ligue para os serviços de emergência e siga as instruções oficiais.

Como ler esta página

Uma deteção não é um incêndio. É um píxel que o satélite viu a irradiar como fogo. Um mesmo incêndio acende vários píxeis e volta em cada passagem: a unidade contada aqui é a prova de calor, não o sinistro. Por isso a página dá também um número de fogos distintos, obtido encadeando deteções próximas no espaço e no tempo.

O arquivo tem falhas, e não são aleatórias. Um satélite polar passa algumas vezes por dia; sob as nuvens não vê nada; um fogo mais pequeno do que o píxel pode passar despercebido; um fogo a arder sob o coberto irradia pouco. Uma zona sem deteções é uma zona onde nada foi visto — o que não é o mesmo que uma zona onde nada ardeu.

Foram aplicados dois filtros, e é isto que retiraram. Primeiro, a própria classificação da NASA: 1314 linhas assinaladas como vulcão, fonte fixa no solo ou queima ao largo foram descartadas. Depois, a persistência: 26 células de cerca de 500 metros acesas em seis meses diferentes ao longo de pelo menos três anos distintos comportam-se como uma instalação industrial e não como uma época; as suas 380 deteções foram removidas.

Nem tudo o que arde é um incêndio florestal. A queima de restolho, o fogo pastoril e a eliminação de resíduos agrícolas produzem deteções perfeitamente reais, muitas vezes fora da época estival. Um pico em fevereiro ou março nesta página é quase sempre isso.

Os contornos administrativos estão generalizados a algumas centenas de metros. Uma deteção que caia mesmo no limite pode, por isso, ser contada do lado vizinho. Para uma contagem de píxeis quentes a diferença é irrelevante; para uma questão de jurisdição, recorra à fonte oficial.

Para saber mais

  • O mapa simples, enquadrado aqui
  • O mapa avançado, enquadrado aqui
  • Fogos em Portugal
  • Como ler um mapa de fogos
  • Como os satélites detetam o fogo
  • Todas as zonas

Fontes dos dados

Arquivo construído a 31 de julho de 2026, abrangendo de 2020 a 2026.

Abrir Região de Coimbra no mapa

O mapa abre já enquadrado nesta zona, com as deteções das últimas 24 horas.

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Mapas de fogos por país

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Apenas referência educativa. Num incidente real, siga os alertas e as autoridades responsáveis.

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